Dos ensaios de conversa mole vespertina
02/19/2008No começo era meio que na experiência de tentativa e erro até achar os lugares mais aprazíveis, tanto no ponto financeiro quanto no gustativo, e, porque não dizer, digestivo.
Fato é que depois de 6 meses já conheço tudo quanto é restaurante localizado entre o Armazém 14 e a Torre Malakoff, passando pelo Cais do Apolo e descendo até o Marco Zero, no bairro conhecido como Recife Antigo (por ser o mais antigo do Recife), onde, por acaso ou não, fica localizado o prédio da empresa onde trabalho. Prédio grandão de 11 andares com vista pro tudo quanto a vista alcança. E se você me inquirir, rebato com um questionamento tão somente sobre o tipo de forragem que tua vontade pede, e já te dou as coordenadas.
Mas, como todo mundo, elejo meus favoritos, e não me sinto fazendo propaganda gratuita nem estou ganhando (por revés-trés) nada além de um sorriso e um “pô, tu tinhas razão”, quando indico o Bar Royal, como sendo o destino final da esmagadora maioria dos meus meio-dias. Facinho de achar, na esquina da Tomazina com aquela outra lá cujo nome me escapou.
Comidinha caseira, meus queridos.
O esquema é o seguinte, vai por mim: chega lá e pede pra Vânia te trazer o prato do dia. Tem outras coisas além do prato do dia, claro, mas vai por mim que não tem errada. Seja lá o que for, é de lamber os beiços.
Hoje, por exemplo, me acabei em cima dum jabá com feijão preto e farinha peneirada. Sempre que vou lá peço pra untar o estrombo com uma da boa alambiqueira paraibana, só pra deixar o terreno preparado e limpo, e termino com uma daquelas Coca-Colas geladíssimas.
Toda esse pecado de banquete sai pela minxaria de 10 mirréis, e tu ainda recebes o gelo e limão de grátis.
E, para completar a desgraça, ainda aceitam o vale-alimentação! Vê, que relíquia!
There are 6 comments in this article: