Mormaço

Gente boa, aquela menina Maria Luíza, me acordando com as galinhas, num sábado, para me recordar que eu lhe havia prometido companhia em passeio fotográfico por algumas ruelas do centrão.

Bora, fia. Ramos.

Um toddynho e um sanduíche de presunto depois, e eu me surpreendo sempre com a maneira como o mesmismo paisagístico, o lixo das ruas, as fachadas coloridas dos casebres e becos coloniais, e o comércio em geral dos bairros do centro me trazem novidades a cada passeio.

Catinga medonha em alguns trechos. Cheirinhos gostosos em outros. Mas sempre um calor duzinferno, que suei a espinha até derreter pelo rêgo, naquela porra.

Bom que só.

Rolarão algumas imagens capturadas do calçamento, de bichos esparramados debaixo de sombras de árvores, de boxes de produtos de macumba e chapéus de palha, e de conversas furtadas de amigos feitos diante da galinha assada + cerva gélida no Mercado de São José.

Falta só grana pra revelar.


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