O absesso da ausência

Estou num nevoeiro.

Quando penso a respeito do grande filme da minha vida, geralmente me sinto depressivo, e isso é causado, geralmente, por pequenas coisas, como idiosincrasias ou seboseiras da alma humana. Agora… são as coisas grandes, que me fazem sentir a pequenice, que me dão um certo conforto.

Por exemplo, ondas do mar. Ou vento na cara. Ou música. Ou um beijo.

Porque eu não sei o que quero, ou aparentemente não confio no que quero.

Ou talvez eu não confie em mim.