O absesso da ausência
Estou num nevoeiro.
Quando penso a respeito do grande filme da minha vida, geralmente me sinto depressivo, e isso é causado, geralmente, por pequenas coisas, como idiosincrasias ou seboseiras da alma humana. Agora… são as coisas grandes, que me fazem sentir a pequenice, que me dão um certo conforto.
Por exemplo, ondas do mar. Ou vento na cara. Ou música. Ou um beijo.
Porque eu não sei o que quero, ou aparentemente não confio no que quero.
Ou talvez eu não confie em mim.
Comentários
pois digo que ja ouvi esse discurso umas mil vezes nos ultimos 4 anos. de outra boca que não a sua, claro.
O que não desmerece sentimento nenhum.
Cara, alguns pacientes meus sentem isso quando a infestação de carrapatos tá grande. O nome da doença é tristeza parasitária!! Se quiser, eu trato.
eu chamo isso de pequenas coisas (comida, mar, café, musica, um filme bom, uma conversa boa). e sempre tive aqui pra mim que as pequenas coisas são as que nos salvam… porque não dá pra ficar esperando as grandes, que são few and far between
Cê tá véi.
Xande O tratamento com os amigos é no pega-bêbo.
Alê é incrível como eu tenho uma idéia trocada entre pequenas e grandes coisas…
Lobão Óa quem fala! Fôsse pro aniversário da Dercy, que eu tô ligado!
opa, somos 2!! hehehe
abraço
Leila acho que somos bem mais que 2, na verdade.
Nada que uma boa conversa acompanhada de vinho e violão não resolva (ou alivie, pelo menos).
Saudade!
;*
Letícia Bom te ver por aqui.
ihh…conheço isso…
pode ser problema de foco, eu mesma estou precisando de um oftmologista urgentemente…heuheuehueheu
abraços
engoli letras da especialidade médica: oftalmologista