Não que eu tenha passado por isso
por Thiago
Mas óa, na boa:
Se um dia você comprar um queijo artesanal (ou outro qualquer) num mercadinho (ou seja lá onde for), e se você guardar esse queijo na geladeira num tapauér (ou outro depósito plástico qualquer), e se você, por acaso do destino ou não, esquecimento, leseira, falta de atenção, efeitos psicotrópicos, ou outros motivos alheios à sua percepção/noção/senso de orientação próprios e/ou pessoais, porventura, esquecer (tipo… simplesmente esquecer) que este queijo estava guardado naquele depósito, dentro da geladeira, e se, ainda, você só se lembrar de sua (do queijo + depósito) existência, digamos… hmm… alguns(mas) dias (semanas) depois… jogue fora tudo, inclusive o depósito.
É só um conselho.
Só não jogue em qualquer lugar!
Um bom destino seria um incinerador ou um depósito de lixo tóxico-hospitalar…
E é bom também lavar a geladeira, aquilo que nasce no queijo se espalha fácil, principalmente nas frutas e hortaliças.
:p
Como um-quase-ex-fiscal-chefe-da-vigilância-sanitária-da-prefeitura sugiro além do que colocou o amigo Judson acima, a desocupação do imóvel por 40 dias (quarentena), bem como o envio de email a ANVISA solicitando a visita dos técnicos do departamento de Patologias Oriundas de Imundice. É sério!
Recomendo utilizar o mesmo procedimento em casos mais variados, como arroz, pão, mortadela e demais embutidos.
E eu pensando que tinha morrido algum bicho dentro de casa…
aconteceu com um amigo de um amigo seu, né?
Prá essas bandas de cá, é no mínimo um sacrilégio deixar isso acontecer com um queijo… um sagrado queijo!
Se jogue, em suma!
Tato, se vier a São Paulo e puder aparecer na abertura da coletiva de fotos, será um prazer!
Bom brogue, boas fotos. Posso publicar algumas?
Durante boa parte de minha vida, pensei que tapaué era uma palavra indígena. Quando li em algum lugar que era tupper wear, fiquei totalmente decepcionado.
É nenhuma, Ivanzinho! Basta citar a fonte.
Abreiços, velho!