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	<title>Thiago Pedrosa &#187; bebel</title>
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		<title>Casamos</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 02:59:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://thiagopedrosa.com/wordpress/wp-content/uploads/casamos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2766" title="casamos" src="http://thiagopedrosa.com/wordpress/wp-content/uploads/casamos.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>Com que frequência você encontra a pessoa certa?</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 13:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos conhecemos há uns 5 anos atrás. Trabalhávamos juntos no mesmo setor, só que em equipes separadas: ela aqui no Recife, e eu numa equipe lotada em Natal. Simpatizamos um com o outro de cara. Eu achei ela um mulherão. Ela diz que me achou interessante. Não sei se é verdade. É o que ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos conhecemos há uns 5 anos atrás. Trabalhávamos juntos no mesmo setor, só que em equipes separadas: ela aqui no Recife, e eu numa equipe lotada em Natal.</p>
<p>Simpatizamos um com o outro de cara. Eu achei ela um mulherão. Ela diz que me achou interessante. Não sei se é verdade. É o que ela diz.</p>
<p>Durante algum tempo nos falamos por telefone poucas vezes, e nos encontramos outras mais poucas ainda. Confesso que sempre havia uma empatia, mas nada além de simpatia. Sempre achei Bel muita areia para meu caminhão sequer pensar em carregar.</p>
<p>Então eu me fixei em Pernambuco de vez e em definitivo. Ela já não era mais minha colega, mas sim minha chefe. Continuava aquele mulherão de sempre, e, confesso novamente, com a rotina de trabalharmos sempre perto um do outro passei a vê-la com olhos outros além de simplesmente simpáticos e empáticos.</p>
<p>No ano passado, durante a bebemoração do aniversário de um colega, ela me puxou para dançar, e a simpatia e empatia mútua viraram paquera. A paquera durou alguns dias, já que eu sou frouxo demais para chegar junto.</p>
<p>Combinamos de sair e terminamos nos encontrando num barzinho, ao som de uma banda de blues, e regados a muitas cervejas.</p>
<p>Ficamos.</p>
<p>A paquera se transformou em sedução, e em pouco tempo estávamos envolvidos, tentando esconder nossa relação dos colegas de trabalho. A ideia era ver até onde aquela brincadeira iria.</p>
<p>E foi longe. Nos envolvemos muito rápido em pouco tempo e de forma muito intensa.</p>
<p>Nos apaixonamos.</p>
<p>Nos amamos.</p>
<p>Eu saí da equipe onde trabalhávamos, e ela também. O namoro veio a público, chocando algumas pessoas, provando outras, e confirmando o que outras tantas já desconfiavam.</p>
<p>O namoro completou 1 ano. A ligação entre nós ficando cada vez mais forte. Nós, cada vez mais próximos um do outro. Vi que Bel, minha Bebel, era muito mais mulherão do que eu via em toda minha simpatia e empatia. É um mulherão por dentro e por fora. Linda de todas as formas, até mesmo quando acorda.</p>
<p>Percebi que eu precisava dela. Precisava adormecer e acordar ao lado dela todos os dias. Precisava viver com ela todas as suas alegrias e tristezas, vitórias e angústias, pois tudo aquilo já estava fazendo parte de mim.</p>
<p>Então no último fim de semana eu a pedi em casamento.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1940" title="bel_tato_noivos" src="http://thiagopedrosa.com/wordpress/wp-content/uploads/bel_tato_noivos.jpg" alt="bel_tato_noivos" width="443" height="500" /></p>
<p>Ela disse &#8220;sim&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Livre</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 12:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais livre a folha presa ao galho do que aquela solta ao vento. Immanuel Kant]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1417" title="tato_bebel_mercado" src="http://thiagopedrosa.com/wordpress/wp-content/uploads/tato_bebel_mercado.jpg" alt="tato_bebel_mercado" width="500" height="412" /></p>
<blockquote><p>Mais livre a folha presa ao galho do que aquela solta ao vento.</p></blockquote>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Immanuel_Kant">Immanuel Kant</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>1 ano</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 11:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[imagens]]></category>
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		<category><![CDATA[bebel]]></category>
		<category><![CDATA[citação]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem viaja acompanhado encurta mais o caminho. Tudo que no mundo existe, se achando sozinho é triste. (Patativa do Assaré)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1405" title="bel" src="http://thiagopedrosa.com/wordpress/wp-content/uploads/bel2.jpg" alt="bel" width="500" height="750" /></p>
<blockquote><p>Quem viaja acompanhado encurta mais o caminho.<br />
Tudo que no mundo existe, se achando sozinho é triste.</p></blockquote>
<p>(Patativa do Assaré)</p>
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		<title>Amor e pingüins</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 06:33:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[bebel]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Daí tem uma estória, que é meio velha. Eu nem sei se é verdade, mas é assim: Os pingüins escolhem um parceiro para toda a vida. E há um determinado momento em que um pingüim macho está, displicentemente, mirando o horizonte infinito de branquidão gélida plus azul polar, onde aquele monte de casaquinhos pretos descansam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="post_content">
<p class="first_paragraph">Daí tem uma estória, que é meio velha. Eu nem sei se é verdade, mas é assim:</p>
<p>Os pingüins escolhem um parceiro para toda a vida. E há um determinado momento em que um pingüim macho está, displicentemente, mirando o horizonte infinito de branquidão gélida plus azul polar, onde aquele monte de casaquinhos pretos descansam sob o Sol, quando uma fêmea se levanta e o encara. E ele a encara. E é isso. Eles se encaram, e se encontram, e a partir daquele momento eles estarão juntos para o resto de suas vidas.</p>
<p>Há alguns meses atrás eu e Bebel fomos passar uma tarde em Porto de Galinhas, com o filho dela e uma amiga, e o guri levou sua prancha de <em>skim board</em>. É uma espécie de móribúgui, só que usa-se para deslizar sobre aquele tapetinho de água que se forma quando a onda vem e quando a onda vai.</p>
<p>Gabriel (não o meu Gabriel, mas o Gabriel de Isabel, com rima e tudo) surfa a <em>skim board</em> razoavelmente bem, para um garoto de 8 anos, e daí que nós &#8211; adultos corajosos e destemidos &#8211; resolvemos experimentar.</p>
<p>O primeiro fui eu.</p>
<p>Gabriel jogou a prancha na água e eu saí correndo, gracioso e gordo, atrás dela. Pulei em cima. Ela escorregou, e eu ralei a bunda na areia, ao som de gargalhadas bufantes e deliciosas dos expectadores.</p>
<p>Daí foi a vez de Bebel. Prancha deslizando n&#8217;água, e lá se vai a cabôcla, correndo com aquela elegância desengonçada que só ela tem. Pula na prancha mais parecendo que pisa em ovos. A prancha estanca na areia, e Bebel cai de cara nas profundezas daqueles 2cm de água que a separam da terra dura, com a mesma trilha sonora farfalhada que me embalou la verguenza.</p>
<p>Foi nessa hora que tive a certeza de ter encontrado a minha pingüim.</p></div>
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