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	<title>Thiago Pedrosa &#187; mídia</title>
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		<title>Palco em 5 atos</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 13:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
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		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[Prólogo Há alguns meses atrás o Banco do Brasil criou uma campanha inovadora: abriu um grupo dentro do Flickr para receber imagens da comunidade. Essas imagens são avaliadas, e algumas são escolhidas para integrarem as campanhas publicitárias do banco. O fotógrafo selecionado recebe fama e fortuna por seu trabalho, seja ele profissional ou não. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Prólogo</h2>
<p>Há alguns meses atrás o Banco do Brasil criou uma campanha inovadora:<a href="http://www.flickr.com/groups/imagensdobrasil/"> abriu um grupo dentro do Flickr</a> para receber imagens da comunidade. Essas imagens são avaliadas, e algumas são escolhidas para integrarem as campanhas publicitárias do banco. O fotógrafo selecionado recebe fama e fortuna por seu trabalho, seja ele profissional ou não.</p>
<p>O Itaú <a href="http://www.itaubba.com.br/portugues/cultura/premiados.htm">tem uma ação semelhante</a>, apesar de não usar o Flickr como porta de entrada para suas imagens. Mas, da mesma forma, dá aos fotógrafos e artistas selecionados não só os créditos autorais devidos, como também compra a licença de uso por seus trabalhos.</p>
<p>Ponto para o BB, e ponto para o Itaú. Reconhecendo e dando oportunidades, e trabalhando a responsabilidade social e a transparência, de uma forma simples e inteligente.</p>
<p>Daí que o HSBC, essa semana, resolveu pular no trem em movimento, e <a href="http://www.flickr.com/groups/hsbcbrasil/">criou uma comunidade no Flickr</a> para receber trabalhos que seriam usados em suas campanhas publicitárias. Porém, ao contrário do BB e do Itaú, o HSBC resolveu que os fotógrafos, profissionais ou não, deveriam ser todos tratados como amadores, e estipulou, em seu regulamento, que não pagaria nada pelas imagens escolhidas, mas apenas daria o crédito autoral. Apenas deixaria o nome do fotógrafo aparecer, e nada mais.</p>
<h2>A ação</h2>
<p>Bem&#8230; Eles podem fazer isso? Claro! É a campanha deles. E isso é bom? Depende de &#8220;para quem&#8221;. O banco sai lucrando. Cria campanhas publicitárias usando fotos que foram obtidas de graça, e fatura milhões com elas. O fotógrafo pode ter seu nome divulgado, mas inflaciona o mercado, desvalorizando o seu trabalho. Mas ei! As fotos são deles, eles podem fazer o que quiserem!</p>
<p>Não demorou muito para uma turma <a href="http://www.flickr.com/search/?ss=2&amp;w=all&amp;q=%22diga+n%c3%a3o+ao+hsbc%22&amp;m=text">se manifestar</a> contra o regulamento do HSBC. Muitos fotógrafos, amadores e profissionais, se meteram no grupo, abriram um tópico, e criticaram/condenaram o regulamento. A discussão correu quente durante todo o dia de ontem. E, dentre os que se posicionaram contra, estava eu.</p>
<h2>O meu erro</h2>
<p>Inflamado pela discussão como eu estava, direcionei minhas pedras para as cabeças daqueles que resolveram dar suas fotos de graça para o HSBC, criei uma lista preparada cuidadosamente, com os nomes e links de cada um deles, e postei no grupo, para todos verem o que já estava lá para ser visto, e chamei aquelas pessoas de &#8220;prostitutas&#8221;.</p>
<p>Ok, ok. Usei um termo forte, e não fui justo, nem com aquelas pessoas, nem com as prostitutas. Foi uma analogia infeliz, que resultou em um flood de mensagens que recebi, tanto no Flickr, quanto no Twitter. Metade das mensagens me apoiava, a outra metade me atacava.</p>
<p>Fiquei preocupado, e resolvi que deveria me reposicionar.</p>
<p>Apaguei a mensagem que havia postado no Flickr, e passei a noite pensando.</p>
<h2>Os ataques</h2>
<p>Dentre as pessoas que me atacaram, 4 se destacaram.</p>
<ol>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/vecks/">vecks</a>: Deduziu, através do que eu falei, que eu deveria ser o tipo do cara que &#8220;tem uma camiseta do Che Guevara&#8221;, e acertou. Parabéns, vecks, você foi muito observador. É fácil criar estereótipos, e eu não sei se esse rótulo que me foi dado foi lisongeiro ou pejorativo. De qualquer forma, e sem cinismo algum, agradeço. E me desculpo diretamente contigo, por tudo, tanto no Flickr quanto no Twitter. Apesar de não o conhecer, já vi tuas fotos, já que acompanho algumas pessoas que são teus amigos, e já que temos alguns amigos em comum.</li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/raquelsantana/">raquelsantana</a>: Ficou com muita raiva de mim. Senti o ódio. Apesar de não me conhecer nem nada, me acusou de ter assumido minha posição por não ter eu &#8220;nenhuma foto boa para postar no grupo&#8221;. Ou seja: teoricamente, por eu não ter foto boa, me senti enciumado, e resolvi atacar. Veja bem, raquelsantana, foto boa é muito relativo. Vi tuas fotos, e confesso que algumas me agradam, outras nem tanto. É uma opinião, é uma questão de gosto. Talvez, em outra situação, eu até te teria adicionado como contato. Já minhas fotos, por não serem editoriais, talvez não te agradem nem um pouco. E eu estou tranquilo com isso. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, nem tampouco do que o outro faz. Não sei se &#8220;te ofendi&#8221; como você afirmou. Posso ter te ofendido, posso ter ofendido as prostitutas, ou posso, simplesmente, ter usado de uma analogia infeliz. Cada um interpreta como quiser. Estou dando a parte da minha cara que cabe a cada interpretação possível à tapa. Fiquei chateado, apenas, porque ela me bloqueou. Queria conversar.</li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/29624591@N05/">Diego Linke</a>: foi o mais racional e educado de todos. Me enviou uma mensagem pelo FlickrMail, se desculpou por ter postado fotos no grupo do HSBC, apesar de não me dever desculpa nenhuma, e foi sincero em dizer que se sentiu ofendido com minha mensagem. Se todos fossem como você, Diego Linke (e isso serve como auto-crítica), os conflitos seriam muito mais facilmente resolvidos. Você lidou com o impasse sem precisar me ameaçar de processoo jurídico nem de uma surra.</li>
<li>A quarta pessoa de destaque criou perfis anônimos no Twitter e no Flickr, unicamente para me ofender, me atacar e me ameaçar. <a href="http://www.flickr.com/groups/hsbcbrasil/discuss/72157622666778688/72157622671242240/">Fez insunuações a respeito de minha masculinidade</a>, e <a href="https://twitter.com/nininhatop/status/5189051339">disse que eu estava com &#8220;medo&#8221;</a> , e que, por isso, apaguei a mensagem que havia postado no grupo. Hmmm&#8230; será que tenho tanto &#8220;medo&#8221;, assim, de alguém que nem mostrou as caras? Quem tem &#8220;medo&#8221; nessa estória? Na verdade, eu nem deveria me preocupar com pessoas desse tipo, já que ninguém mais se preocupou, mas juro que acho engraçado quando algum anônimo te acusa de ter medo.</li>
</ol>
<h2>As lições aprendidas</h2>
<p>O HSBC aprendeu que é sempre bom ouvir a comunidade, <a href="http://www.flickr.com/groups/hsbcbrasil/discuss/72157622544491183/">alterou as regras de sua campanha</a>, e agora vai pagar pelas fotos usadas.</p>
<p>Eu aprendi que não se deve xingar ninguém pela frente, porque as pessaos se ofendem muito rapidamente. Aprendi que as prostitutas são vítimas de preconceito, e aprendi que devo sempre pensar 3 vezes antes de expressar minhas opiniões. Aprendi que cada um tem o seu, e faz com ele o que bem entender, desde que não prejudique uma sociedade.</p>
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		<title>Regra primeira para se fazer mídia colaborativa: antes de qualquer coisa, pergunte.</title>
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		<pubDate>Mon, 26 May 2008 21:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<description><![CDATA[Dentre algumas das coisas que eu procuro me envolver, e das muitas coisas que eu me considero, eu sou fotógrafo. E sou, também, um entusiasta da web. Estes dois lados de meu cérebro começaram a guerrear entre si, recentemente. Explico: Enquanto evangelizador da internet como ferramenta de comunicação, adoro a maneira como as pessoas podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre algumas das coisas que eu procuro me envolver, e das muitas coisas que eu me considero, eu sou fotógrafo. E sou, também, um entusiasta da web.</p>
<p>Estes dois lados de meu cérebro começaram a guerrear entre si, recentemente.</p>
<p>Explico:</p>
<p>Enquanto evangelizador da internet como ferramenta de comunicação, adoro a maneira como as pessoas podem expôr seus trabalhos e suas paixões para o mundo inteiro, e de graça. A aproximação e facilidade de contatos talvez sejam as maiores dádivas da internet para a humanidade.</p>
<p>Enquanto fotógrafo, me sinto extremamente indignado quando alguém usa meu trabalho sem minha autorização prévia, e o altera, quando eu não dei permissão para tanto.</p>
<p>Bem&#8230; semana passada aconteceu de 3 trabalhos meus irem a público.</p>
<p>Primeiramente, tive uma foto <a href="http://thiagopedrosa.com/arquivo/2008/05/20/salto-mortal/">publicada na revista eletrônica FILE Magazine</a>, americana. Liguei o botãozinho de orgulho, claro, pois eu já havia submetido meu trabalho a eles havia alguns meses, e fiquei extremamente feliz pela divulgação, já que trata-se de uma revista respeitadíssima no mundo da fotografia na web, e senti de cara o efeito quando vi que as estatísticas de visita deste blogue aumentaram em cerca de 230% desde então.</p>
<p>Dois dias depois recebo a notícia (valeu, <a href="http://vivoandando.blogspot.com">K</a>.) que o blogue <a href="http://www.urbanistas.com.br">Urbanistas</a> havia publicado, em <a href="http://urbanistas.com.br/sp/2008/05/21/extra-extra-405/">duas</a> <a href="http://urbanistas.com.br/sp/2008/05/20/extra-extra-404/">postagens</a> diferentes, duas fotos minhas. Minha autorização não foi pedida, e eu não submeti nada a eles. Uma das fotos, inclusive, foi digitalmente cortada, para caber melhor no formato das postagens do Urbanistas.</p>
<p>Apesar deles terem me dado o devido crédito, colocando links nas postagens para as páginas das fotos no Flickr, fiquei preocupado com o fato de que meu trabalho tenha sido usado sem meu consentimento ou conhecimento prévios.</p>
<p>Mas ei, é a internet! Se eu digo <em>Por favor, não utilizem minhas fotos, </em>o cara que utilizou vem e diz <em>Foda-se! Tá na web!</em> E é assim que a coisa funciona, na esmagadora maioria dos casos.</p>
<p>O que acontece é que eu não esperava algo desse tipo de um blogue com uma imagem pública a zelar, como é o caso do Urbanistas, então escrevi para eles, questionando este uso indevido e não-autorizado, e perguntando, principalmente, o porquê deles não terem me avisado que as fotos seriam publicadas. Era o mínimo. Passados 4 dias, não obtive resposta alguma.</p>
<p>Deixem-me apenas explicar isso melhor, para que eu não seja mal-interpretado.</p>
<p>O Urbanistas têm um blogue. (Massa!) Eles escrevem sobre o cotidiano das grandes cidades brasileiras, e, nesta filial em particular, <a href="http://urbanistas.com.br/sp">São Paulo</a>. (Muito massa!) Eles decidem ilustrar seus textos com fotos colhidas aleatoriamente da internet. (Burrice.) Eles nunca avisam aos donos das fotos que o estão fazendo. (Burrice grande!) E, quando um dos fotógrafos os questionou sobre porquê não haviam avisado antes, eles não lhe deram o devido crédito. (Burrice muito grande!)</p>
<p>Na minha opinião, os caras do Urbanistas não são caras maus. Eles são apenas preguiçosos. Entrar em contato com todos os donos de todas as fotos que eles utilizam em suas postagens consome um tempo realmente muito grande, mas eu garanto que, em 99% dos casos, os fotógrafos todos teriam dito <em>Sim, pode usar minha foto. Obrigado!</em></p>
<p>Se não ficou claro o suficiente até aqui, deixem-me desenhar: eu não queria que eles pedissem autorização. Bastava, apenas, ter me informado do que estavam fazendo.</p>
<p>Mas esta não parece ser a prática deles, e isto me deixa bastante triste, porque, em tempos onde tudo é livre e tudo está tão solto, um pouco de boa educação e consideração faz uma puta diferença na hora de se colher respeito mútuo e amizade. É a velha máxima de que &#8220;uma mão lava a outra&#8221;.</p>
<p>E, para mim, as duas lavam o rosto.</p>
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		<title>O lucrativo sofrimento alheio</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 16:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que há um caso de violência contra uma criança, a sociedade inteira se revolta. Normal. Choca mesmo. E quando se é pai ou mãe, a sensação que se tem é que poderia ter sido com o seu próprio filho. Eu sou pai. Sempre me sinto assim. Chego a chorar a dor dos outros, para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que há um caso de violência contra uma criança, a sociedade inteira se revolta. Normal. Choca mesmo.</p>
<p>E quando se é pai ou mãe, a sensação que se tem é que poderia ter sido com o seu próprio filho. Eu sou pai. Sempre me sinto assim. Chego a chorar a dor dos outros, para falar a verdade.</p>
<p>Indiscutivelmente, o caso mais recente a vir a público, o da garotinha Isabella, mais uma vez chocou e dividiu a opinião pública. Os mais exaltados pedem uma justiça imediata, e acusam logo de cara, sem sequer saber o que aconteceu, de fato.</p>
<p>Normal. Alguém tem que ir pro pelourinho.</p>
<p>O que me emputece deveras, entretanto, não são os acusadores anônimos estabanados, e sim a mídia vampira,  imunda e insensível, que vê numa desgraça uma maneira de engordar ainda mais seu caixa.</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL390277-5605,00-MAE+DE+ISABELLA+DIZ+QUE+FILHA+TINHA+AMOR+INCONDICIONAL+POR+PAI.html">A reportagem exibida ontem, pelo Fantástico</a> foi estúpida, sensacionalista, imbecil, e decadente. Quase um circo de horrores, pelo fato de cada relato ser intercalado com fotos e flashes de vídeos caseiros mostrando a menina em cenas familiares, com a intenção clara de chocar, ao invés de informar.</p>
<p>Jornalismo cachorro para um mundo cão, eu lhes digo.</p>
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		<title>O que é que a audiência das novelas da Globo têm a ver com o rebaixamento do Corínthians?</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 10:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro, a Record pegou todos os bons apresentadores de telejornal que a Globo dispensou por birra e modismos, e criou o primeiro canal de notícias da tv aberta brasileira. O Jornal Nacional tá perdendo audiência e a Record News tá crescendo. Depois, a Record contratou os atores que a Globo jogou na sarjeta e pôs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro, a Record pegou todos os bons apresentadores de telejornal que a Globo dispensou por birra e modismos, e criou o primeiro canal de notícias da tv aberta brasileira. O Jornal Nacional tá perdendo audiência e a Record News tá crescendo. Depois, a Record contratou os atores que a Globo jogou na sarjeta e pôs no ar novelas que estão conquistando as donas de casa osciosas que antes se divertiam entre um e outro plim-plim. Daí que a Globo havia vendido os direitos de transmissão dos jogos da Séria B do Brasileirão à Rede TV. Daí que a torcida brasileira que dá mais audiência televisiva é a da Fiel.</p>
<p>Alguém, além de mim, percebe que a Globo tá se fudendo?</p>
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