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	<title>Thiago Pedrosa</title>
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	<description>Fotógrafo e contador de estórias.</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 03:28:57 +0000</pubDate>
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		<title>Tudo muito rápido</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 02:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela estava parada, mochila nas costas, agasalho, porta do ônibus fechada à sua frente. Era começo de noite, fazia um certo frio, e o Tip estava lotado.
Véspera de feriado, as pessoas saindo para visitar os seus.
Ele chegou de outra fila, mirou direto nela, e foi certeiro: pediu-lhe um gole d&#8217;água, foi atendido e, com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela estava parada, mochila nas costas, agasalho, porta do ônibus fechada à sua frente. Era começo de noite, fazia um certo frio, e o Tip estava lotado.</p>
<p>Véspera de feriado, as pessoas saindo para visitar os seus.</p>
<p>Ele chegou de outra fila, mirou direto nela, e foi certeiro: pediu-lhe um gole d&#8217;água, foi atendido e, com uma expressão nula, voltou ao seu lugar.</p>
<p>Cada um subiu no seu ônibus, e cada ônibus seguiu seu caminho, enquanto várias versões de uma mesma ficção se passavam em minha cabeça.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Então</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 02:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos dois meses eu vivi uma rotina exaustivamente louca, como eu nunca imaginava que fosse viver, mas que, de certa forma, eu silenciosamente desejava.
Me foi jogado um desafio, e eu aceitei.
Durante 9 semanas treinei pessoas, aprendi serviços, montei equipes, assumi para mim a responsabilidade que não me era alçada, e, apesar de não ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dois meses eu vivi uma rotina exaustivamente louca, como eu nunca imaginava que fosse viver, mas que, de certa forma, eu silenciosamente desejava.</p>
<p>Me foi jogado um desafio, e eu aceitei.</p>
<p>Durante 9 semanas treinei pessoas, aprendi serviços, montei equipes, assumi para mim a responsabilidade que não me era alçada, e, apesar de não ter sido formalmente reconhecido ou recompensado pelo meu esforço, a simples certeza de uma missão cumprida já me basta. Fora que testei meus próprios limites, e (acredito) não tenha alcançado nenhum deles. E fora, ainda, que ganhei bons novos amigos.</p>
<p>No mais, o coração tem-me empurrado cada vez mais para a zona sul da cidade, de maneira magnética, mesmo. Atropelei etapas, amigos, e os carros sempre teimam irem para a frente dos bois, mas lhes juro que estou tocando a coisa na maciota, e acho que, dessa vez, estou no caminho certo.</p>
<p>O email tá lotado de mensagens a responder, e o agregador de feeds entulhado de posts (não tão novos) a ler.</p>
<p>A geladeira tá cheia de filmes virgens, e meus cadernos cheios de rabiscos para serem passados a limpo.</p>
<p>Isto para dizer que o hiato acabou.</p>
<p>Algum pedido especial?</p>
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		<title>PE15 - Boa Viagem</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 12:49:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estórias]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquela senhora entrou no ônibus e nós nem percebemos. Quando demos fé, estava diante de nós, encarando o menino.
&#8220;É seu filho??&#8221; (?)
&#8220;É seu filho o bebê??&#8221; Assim mesmo, sem vírgulas, com questionamento enfatizado. Ela respondeu que sim.
&#8220;É seu filho??&#8221; Respondi que não.
&#8220;Mas parece!! Quer ir pra casa comigo bebê??&#8221; Ela tinha um brilho nos olhos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aquela senhora entrou no ônibus e nós nem percebemos. Quando demos fé, estava diante de nós, encarando o menino.</p>
<p>&#8220;É seu filho??&#8221; (?)</p>
<p>&#8220;É seu filho o bebê??&#8221; Assim mesmo, sem vírgulas, com questionamento enfatizado. Ela respondeu que sim.</p>
<p>&#8220;É seu filho??&#8221; Respondi que não.</p>
<p>&#8220;Mas parece!! Quer ir pra casa comigo bebê??&#8221; Ela tinha um brilho nos olhos, e um gaguejar louco e infantil na fala. Às vezes acho que há uma certa infantilidade nos loucos. O menino balança a cabeça que não.</p>
<p>&#8220;Você é muito lindo bebê!!&#8221; O menino sorri, encabulado e assustado. A gente se entreolha.</p>
<p>&#8220;Bebê tem quantos anos??&#8221; Diz que tem 8.</p>
<p>&#8220;O meu também tem 8 bebê!! Bebê quer ir brincar com o meu filho lá em casa??&#8221; Diz que não, com a cabeça. Assustado.</p>
<p>Ela se afasta e vai alugar outro no fundo do ônibus, nos desejando bons votos. Retribuídos.</p>
<p>Coitada.</p>
<p>Pedimos parada e escutamos o grito, do fundo do ônibus: &#8220;Já vai bebê??? Você é muito lindo bebê!! Não quer ir pra casa brincar com meu filho?? Ele tem sua idade bebê!!&#8221; E nos chama e nos mostra uma foto do filho dela. Dizemos que ele é lindo, e é mesmo.</p>
<p>Descemos sob votos de boa sorte, retribuídos, e de gritos chamando o menino de lindo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dona Ivonete</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 00:53:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estórias]]></category>

		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse fim-de-semana eu conheci Dona Ivonete.
Ela é uma senhora simpática, de 81 anos (aparentando bons 75, diga-se de passagem), e avó de uma razoavelmente nova amiga.
Nos hospedamos na sua casa, em Caruaru, do sábado pro domingo, e passamos bons momentos conversando sobre filhos, fogos de artifício, cuscuz com carne-de-sol e nata, sobre o clima, sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fim-de-semana eu conheci Dona Ivonete.</p>
<p>Ela é uma senhora simpática, de 81 anos (aparentando bons 75, diga-se de passagem), e avó de uma razoavelmente nova amiga.</p>
<p>Nos hospedamos na sua casa, em Caruaru, do sábado pro domingo, e passamos bons momentos conversando sobre filhos, fogos de artifício, cuscuz com carne-de-sol e nata, sobre o clima, sobre ter fé, e sobre parafusos a menos ou a mais nas cabeças das pessoas. De todas elas.</p>
<p>Rimos e nos emocionamos com as estórias daquela vovó, nascida no Recife, criada entre Campina Grande e Caruaru, viúva, mãe de 3 filhos, sendo um morto tragicamente num acidente de moto, aos 21 anos. Eu adoro estórias, sejam lá de que natureza forem.</p>
<p>Bem&#8230; No domingo pela manhã, enquanto todos os adultos que tinham passado a noite anterior comendo <em>fondue</em>, bebendo vinho e jogando Banco Imobiliário tinham ido dormir tarde, semi-embriagados, acontece de eu, mesmo na mesma, acordar cedo.</p>
<p>Resolvi levantar e tomar uma ducha fria.</p>
<p>Na copa, Dona Ivonete me deu um beijo, daqueles que avós dão, me chamou de lindo e me ofereceu uma xícara de café preto, que bebi enquanto conversávamos futilidades olhando uma tevê no mudo.</p>
<p>Bito passou por nós, me deu um &#8220;bom dia, Tato&#8221; e um abraço carinhoso, mostrando, em seguida, um cágado (é como chamamos jabuti, no Nordeste. <em>NA.</em>) criado por ali, solto, e correndo novamente para o quintal.</p>
<p>Nessa, Dona Ivonete me olha e diz &#8220;meu filho, você tem uma missão muito grande nas mãos, e eu tenho certeza que você será bem sucedido&#8221;.</p>
<p>De pronto eu entendi, mas acho que vocês não.</p>
<p>Deixa no ar, mesmo.</p>
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		<title>O absesso da ausência</title>
		<link>http://thiagopedrosa.com/arquivo/2008/07/18/o-absesso-da-ausencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou num nevoeiro.
Quando penso a respeito do grande filme da minha vida, geralmente me sinto depressivo, e isso é causado, geralmente, por pequenas coisas, como idiosincrasias ou seboseiras da alma humana. Agora&#8230; são as coisas grandes, que me fazem sentir a pequenice, que me dão um certo conforto.
Por exemplo, ondas do mar. Ou vento na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="entry-body">Estou num nevoeiro.</p>
<p class="entry-body">Quando penso a respeito do grande filme da minha vida, geralmente me sinto depressivo, e isso é causado, geralmente, por pequenas coisas, como <em>idiosincrasias</em> ou <em>seboseiras</em> da alma humana. Agora&#8230; são as coisas grandes, que me fazem sentir a pequenice, que me dão um certo conforto.</p>
<p class="entry-body">Por exemplo, ondas do mar. Ou vento na cara. Ou música. Ou um beijo.</p>
<p class="entry-body">Porque eu não sei o que quero, ou aparentemente não confio no que quero.</p>
<p class="entry-body">Ou talvez eu não confie em mim.</p>
<p><ins class="item-body"></ins></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Obsessões de escrita</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 01:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[Palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Raramente uso pontos de exclamação, pois acredito que seu uso desenfreado tira o mérito de sua ênfase principal. Uso apenas quando necessário, e quando realmente quero enfatizar algo. Portanto, os conservo. Não desvalorizo seu uso, como a maioria das pessoas.
Eu nunca escrevo &#8220;vc&#8221; ou &#8220;tbm&#8221; ou, nem mesmo &#8220;msm&#8221; ou &#8220;obg&#8221;, e confesso que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raramente uso pontos de exclamação, pois acredito que seu uso desenfreado tira o mérito de sua ênfase principal. Uso apenas quando necessário, e quando realmente quero enfatizar algo. Portanto, os conservo. Não desvalorizo seu uso, como a maioria das pessoas.</p>
<p>Eu nunca escrevo &#8220;vc&#8221; ou &#8220;tbm&#8221; ou, nem mesmo &#8220;msm&#8221; ou &#8220;obg&#8221;, e confesso que não gosto quando vejo alguém usando. Ninguém, até hoje, conseguiu me convencer que é mais fácil escrever &#8220;naum&#8221; do que &#8220;não&#8221;.</p>
<p>Tenho evitado usar reticências. Percebi, de uns tempos para cá, que seu uso é apenas uma desculpa esfarrapada para não terminar um assunto, deixando a idéia de que se quer terminá-lo, sem, ainda assim, saber como fazê-lo. Imbecil, eu sei.</p>
<p>Nunca uso &#8220;a nível de&#8221; ou &#8220;para começar, eu gostaria&#8221;, ou &#8220;concluindo&#8221;. Artifícios para aumentar o número de palavras e o tamanho de um texto são vícios adquiridos em nossas escolas, culpa de professores despreparados que cobravam redações com quantidade mínima de palavras ou parágrafos ou linhas. Idéias bem desenvolvidas não significam textos longos. E textos longos podem ser exaustivamente chatos pra caralho.</p>
<p>Se a pontuação não for relacionada diretamente com o texto ou fragmento citado, eu sempre coloco o sinal gráfico fora das aspas.</p>
<p>Faço o uso correto da concordância verbo-nominal, mas acredito na manutenção do linguajar popular como forma de evolução natural do idioma, o que me deixa perfeitamente confortável para transcrever um diálogo (meu, inclusive) mantendo os devidos erros em seus lugares.</p>
<p>Letras maiúsculas são para início de frases, nomes próprios, e siglas.</p>
<p>Gosto de usar e abusar de neologismos, tanto quanto de metáforas, e não vejo problema nenhum em inserir um palavrão dentro de um texto formal, desde que seu uso seja justificável pelo contexto, pela situação, pelo desenho de palavras, e que não seja abusivo, obtrusivo, invasivo, ou qualquer outro zivo.</p>
<p>Assim falo, assim escrevo.</p>
<p>Ponto.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Primórdios da fotografia colorida</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 12:45:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Citações]]></category>

		<category><![CDATA[Links]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou fascinado com as primeiras fotografias coloridas da história&#8230; Nas mãos de Auguste e Louis Lumière, a &#8220;pequena e atarracada batata&#8221; fez com que a fotografia colorida fosse possível, em meados dos anos 1900s. Estas fotos eram chamadas autocromos.
Os irmãos Lumière juntaram suas batatas, e transformaram-nas em milhares de partículas microscópicas. Eles separaram aquele pó [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou fascinado com as primeiras fotografias coloridas da história&#8230; Nas mãos de Auguste e Louis Lumière, a &#8220;pequena e atarracada batata&#8221; <a href="http://www.smithsonianmag.com/arts-culture/autochromes.html">fez com que a fotografia colorida fosse possível, em meados dos anos 1900s</a>. Estas fotos eram chamadas autocromos.</p>
<blockquote><p>Os irmãos Lumière juntaram suas batatas, e transformaram-nas em milhares de partículas microscópicas. Eles separaram aquele pó em três grupos, e pintaram um destes grupos de vermelho-alaranjado, outro violeta, e outro verde. As partículas coloridas foram, então, misturadas e derramadas sobre uma placa de vidro claro polido, enquanto o químico ainda estava úmido. A batata em excesso era varrida da superfície que, então, era pressionada contra rolos de aço, para achatar os grãos coloridos, transformando cada um em um filtro colorido minúsculo, medindo de .0006 to .0025 milímetros de diâmetro. Os espaços entre as partículas coloridas eram preenchidas com carbono preto. A superfície era polida novamente, e uma camada fina e sensível à luz, de bromato de prata era jateada por sobre tudo isso. Então, a superfície estava pronta para a câmera. Quando o disparador era aberto, a luz era filtrada através dos grãos translúcidos de batata, e uma imagem multicolorida era impressa sobre a emulsão de bromato de prata. Após a revelação em laboratório da superfície negativa, a mesma era lavada e secada, e coberta com outro pedaço de vidro para proteger a emulsão, e colada com fita adesiva. <em>Et voilà!</em> Uma fotografia colorida, como nunca antes vista. (tradução minha - sic)</p></blockquote>
<p><a href="http://www.smithsonianmag.com/multimedia/photos/?articleID=10025051&amp;c=y">Eis alguns slides de algumas fotos feitas com este processo.</a> <a href="http://bancroft.berkeley.edu/events/bancroftiana/120/twain.html">E aqui, eis alguns autocromos feitos por Mark Twain</a> de 1908.</p>
<p>Mais primórdios da fotografia colorida (não necessariamente autocromos): <a href="http://www.loc.gov/exhibits/empire/">Fotos incríveis de Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii da Rússia de cerca de 1909-1915</a>, <a href="http://www.worldwaronecolorphotos.com/">fotos da Primeira Guerra Mundial</a>, <a href="http://www.ww2incolor.com/gallery/ww2incolor">fotos da Segunda Guerra Mundial</a>, e <a href="http://www.loc.gov/exhibits/boundforglory/glory-exhibit.html">fotos dos EUA, feitas entre os anos de 1930 e 1940</a>.</p>
<p>Se alguém tiver mais algum exemplo para adicionar a essa lista, eu agradeço.</p>
<p><strong>Atualização (17/07/08): </strong><a href="http://flickr.com/photos/george_eastman_house/sets/72157606226772243/">Este set</a> com autocromos da George Eastman House é fantástico! E viva <a href="http://thiagopedrosa.com/arquivo/2008/06/26/the-commons/">The Commons</a>!</p>
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		<title>O Homem</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>

		<category><![CDATA[Listas]]></category>

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		<description><![CDATA[O Homem eu vejo todos os dias.
O Homem apenas fica sentado, apoiado em seu cotôco de perna direita, coçando o pé esquerdo.
O Homem observa as pessoas, mas elas não o vêem. O Homem não fala nada.
O Homem já teve nome, identidade. O Homem já tomou banho, barbeou, penteou os cabelos.
O Homem já foi menino? O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Homem eu vejo todos os dias.<br />
O Homem apenas fica sentado, apoiado em seu cotôco de perna direita, coçando o pé esquerdo.<br />
O Homem observa as pessoas, mas elas não o vêem. O Homem não fala nada.<br />
O Homem já teve nome, identidade. O Homem já tomou banho, barbeou, penteou os cabelos.<br />
O Homem já foi menino? O Homem já foiu amado?<br />
Eu observo o Homem, e não conheço sua história, mas sei um pouco sobre sua vida.<br />
O Homem são muitos.<br />
E por dentro eu sofro pelo Homem.</p>
<p><small>Este texto também está no meu Moleskine, para quem um dia se interessar.</small></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The Commons</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 02:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

		<category><![CDATA[Links]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre todas as coisas boas que o Flickr tem feito até agora, talvez a mais significante seja o projeto The Commons.
Se, em alguns anos, tivermos dezenas, ou até mesmo centenas de milhares de fotos antigas e que antes não estariam a disposição do público em geral, sendo que todas elas com anotações, tags, devidamente contextualizadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentre todas as coisas boas que o Flickr tem feito até agora, talvez a mais significante seja o projeto <a href="http://flickr.com/commons">The Commons</a>.</p>
<p>Se, em alguns anos, tivermos dezenas, ou até mesmo centenas de milhares de fotos antigas e que antes não estariam a disposição do público em geral, sendo que todas elas com anotações, <em>tags</em>, devidamente contextualizadas, com suas localizações geográficas definidas, e acessíveis a qualquer pessoa com um computador conectado à internet e um navegador, teremos um repositório incrível de informações para explorarmos nossa história mais recente.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Portifólio</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 03:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tato</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fotos]]></category>

		<category><![CDATA[Links]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente consegui um tempinho (e coragem) para pôr meu portifólio em ordem.
De primeiro eu pensava em criar diferentes álbuns, com as fotos divididas por assuntos e/ou temas, mas daí pensei &#8220;Porra! Mas é justamente pra isso que tenho o Flickr!&#8221;, então que decidi por manter meu portifólio simplesmente como uma espécie de mostruário, com fotos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente consegui um tempinho (e coragem) para pôr <a href="http://thiagopedrosa.com/portifolio">meu portifólio</a> em ordem.</p>
<p>De primeiro eu pensava em criar diferentes álbuns, com as fotos divididas por assuntos e/ou temas, mas daí pensei <em>&#8220;Porra! Mas é justamente pra isso que tenho o <a href="http://flickr.com/tato">Flickr</a>!&#8221;</em>, então que decidi por manter meu portifólio simplesmente como uma espécie de mostruário, com fotos aleatórias soltas.</p>
<p>Tenho planos, ainda, para criar uma página dedicada a outros trabalhos, como as experiências com <a href="http://flickr.com/photos/tato/tags/lomolca">lomografia</a>, e aquelas <a href="http://flickr.com/photos/tato/tags/colagem">colagens</a> que ando fazendo, mas tudo há seu tempo.</p>
<p>Por hora, aceito sugestões com relação às fotos que estão expostas.</p>
<p>Excluo/acrescento algo?</p>
]]></content:encoded>
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